POLICIAL

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Um caso que, no momento é tratado como crime passional, está em apuração em Ipatinga. O assassinato foi registrado por volta de 22h de sábado (22), na rua 14, bairro Esperança, em Ipatinga, onde Leonardo Oliveira da Silva, de 35 anos, foi morto a tiros. Leonardo era lotado na Subsecretaria de Atendimento às Medidas Socioeducativas e trabalhava no CSE, no Centro de Ipatinga. 

Reprodução


Leonardo era lotado na Subsecretaria de Atendimento às Medidas Socioeducativas e trabalhava no CSE, no Centro de Ipatinga



O alvo do crime, entretanto, poderia ser outra pessoa, um amigo da vítima. Pelo menos é o que indica a versão do caso foi apresentada à polícia por outros dois homens, Jean silva Costa, 31 anos e Marcelo Batista Peixoto, de 35 anos, conforme apurou o Portal Diário do Aço.

Conforme Jean e Marcelo contaram à polícia, os dois estavam a bordo de um Fiat Siena e foram à rua 14 onde se encontrariam com uma mulher, namorada de Jean. 

Os dois amigos eram seguidos pelo agente do Sistema Socioeducativo, Leonardo Oliveira, que estava em uma motocicleta. Ao chegar ao local, assim que a mulher ia entrar no veículo, aproximou-se rapidamente um indivíduo, não identificado, com capuz na cabeça e portando uma arma com mira a laser apontando na direção da mulher, que correu e abrigou-se atrás de uma residência, momento em que escutou um disparo e arma de fogo. 

Álbum pessoal


Leonardo Oliveira da Silva, de 35 anos



Jean e Marcelo fugiram do local, no carro, sentido ao fim da rua, que não tinha saída. Os dois tiveram que retornar e avistaram Leonardo em luta corporal e o homem armado. Mais tiros foram efetuados e o atirador saiu correndo. 

Quando se aproximaram de Leonardo perceberam que o amigo já estava morto. A motivação do crime ainda é apurada. 

O que se sabe é que a mulher mantinha relacionamento com Jean, após ter rompido o relacionamento com outro homem, há aproximadamente 20 dias. Esse homem está sendo procurado pela polícia como suspeito do crime.

Conhecidos de Leonardo informaram ao Portal DA, que a vítima morava na rua Joel, no bairro Canaãzinho e já trabalhou na antiga Mavimoto/Honda, antes de ser agente socioeducativo

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Na noite dessa quinta feira dia 20/07/2017 a Policia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de direção perigosa, onde um veiculo Chevrolet Cruze estaria na porta da delegacia e teria empreendido em fuga após visualizar uma viatura da Polícia Militar.
O veículo foi abordado pelas guarnições da Polícia Militar VP do Meio Ambiente e Tático Móvel, e foi constatado que os ocupantes do veículo teria deslocado ate a Delegacia de Estrela do Sul e feito contato com o Agente Penitenciário Mauro. Nesse intervalo de tempo foi informado a PM sobre uma fuga de 02 (dois) preso da Delegacia.
Os dois foram recapturados é um Agente que estava de serviço também foi preso em Flagrante delito por ter dado apoio aos presos para fugirem.



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Mandados foram cumpridos após investigação que apurou chacina ocorrida no Bairro Lagoinha em 2015. Agentes serão levados para Belo Horizonte.

 

Polícia Civil de Uberlândia cumpriu sete mandados de prisão contra agentes penitenciários do Presídio Professor Jacy de Assis, em Uberlândia, durante a Operação “Legalidade” deflagrada na manhã desta quinta-feira (20). Os presos são investigados pelo envolvimento na morte de cinco pessoas, no Bairro Lagoinha, em 2015.

Em resposta ao G1, a Secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap) informou que não tinha conhecimento das investigações e foi informada nesta quarta (19) da prisão dos suspeitos. Sobre a situação dos servidores a partir da acusação, a Seap disse que aguarda o fim das investigações para se pronunciar.

 Agentes de Uberlândia serão levados para unidade prisional de Belo Horizonte  (Foto: Caroline Aleixo/G1)

Agentes de Uberlândia serão levados para unidade prisional de Belo Horizonte (Foto: Caroline Aleixo/G1)

O inquérito foi conduzido pela Delegacia de Homicídios que concluiu que o crime foi motivado por vingança, em possível retaliação ao assassinato do agente penitenciário Edson Ferreira da Silva, de 49 anos, algumas horas antes da chacina.

A operação envolveu a mobilização de 40 policiais civis e dez agentes penitenciários, sob a coordenação do delegado regional Edson Rogério de Morais e o delegado de Homicídios, Rafael Herrera.

Durante o cumprimento dos mandados, apenas um dos investigados estava em horário de serviço, como escolta permanente de presos, no Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU). Um não foi encontrado em casa, porém se entregou ainda nesta manhã.

“Cinco agentes foram presos em suas residências, um foi preso cumprindo escala de trabalho no hospital da UFU e outro se apresentou na delegacia junto ao advogado. As investigações se valeram por todos os tipos de provas materiais e testemunhais. Apesar das provas, em alguns sentidos, irrefutáveis os autores não confessam a prática do crime”, comentou o delegado regional.

 

Os sete estavam em período probatório, sendo um deles mais antigo no cargo, porém em regime de contrato. Os demais exerciam a função há cerca de dois anos e meio. Os nomes dos servidores não foram informados pela polícia por motivo de segurança.

  

REPRESÁLIA: 

 

O agente Edson Ferreira, de 49 anos na época, foi assassinado durante a noite do dia 16 de agosto de 2015 próximo à Avenida Anselmo Alves do Santos, quando voltava do trabalho em uma motocicleta. Testemunhas disseram à Polícia Militar (PM) que se tratavam de dois autores em uma motocicleta de cor escura. Os suspeitos foram identificados e presos durante a Operação "Hades", realizada pela PM e pelo Gaeco, em setembro do mesmo ano.

Durante a madrugada no dia 17 de agosto, cinco pessoas morreram em uma chacina por disparos de arma de fogo. O crime foi registrado na Rua Platão, Bairro Lagoinha, e até então não havia informações sobre a autoria e motivação do crime.

A PM informou na época que, dentre as vítimas, foram identificados dois homens, um de 35 e outro de 50 anos, e uma mulher conhecida pelo apelido de “Tieta”. Dos identificados, os militares constataram passagens pelos crimes de tráfico de drogas, homicídio, roubo e furto.

 

Em coletiva à imprensa na manhã desta quinta-feira, o delegado responsável pelas investigações esclareceu o crime e disse as vítimas eram usuárias de drogas e não tinham nenhuma ligação com a morte do agente.

 

"Acreditamos que imbuídos de uma forte emoção, um sentimento de represália, eles cometaram o delito de maneira impensada. Os autores fizeram abordagem das vítimas com armas em punho, colocaram em posição de busca e a partir daí efetuaram os disparos. Foi descoberto que as munições utilizadas eram calibre 380, de uso permitido e utilizada por quase todos os agentes prisionais", disse Rafael Herrera.

 

O delegado ouviu todas as testemunhas ao longo das investigações e fez novas oitivas dos acusados após as prisões. Segundo Herrera, os laudos periciais das armas, depoimento de testemunhas e imagens de câmeras de segurança comprovam a participação efetiva e ativa dos agentes nas mortes.

Os agentes vão responder por homicídio qualificado por execução, por não terem dado chance de defesa às vítimas, e motivo fútil. Eles serão levados para uma unidade prisional em Belo Horizonte ainda nesta quinta-feira.


ENTENDA O CASO: 


Conforme o vídeo logo após a morte do Agente Penitenciário Edson Ferreira foi preso uma quadrilha que dentre eles 03 (três) criminosos foram os responsáveis pela execução do nosso colega diretamente no dia 16 de Agosto 2016.

Segundo o GAECO essa quadrilha também esta envolvida na morte da Agente Penitenciária Vivian Cristina na cidade de Uberaba executada próxima a Penitenciaria ao sair do plantão no mês de julho de 2015. Alegação é que o grupo faz parte do PCC (Primeiro Comando da Capital). As mortes são como uma "promoção/batismo" aos membros. 

E no dia 17 de Agosto de 2015 morreram 05 (cinco) pessoas na chacina em Uberlândia.

VÍDEO:


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Declarada Inconstitucional a Resolução nº SSP 110/2010 do Secretário de Segurança Pública

Por unanimidade de votos, o Pleno do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo declarou inconstitucional a Resolução nº SSP 110/2010, editada pelo Secretário de Segurança Pública Dr. Antonio Ferreira Pinto.

Na referida resolução, o Chefe das Polícias determinava que, nos crimes dolosos contra a vida, praticados por policiais militares contra civis em qualquer situação – durante serviço (resistência seguida de morte) ou não, os autores deveriam ser imediatamente apresentados à autoridade policial civil para as providências decorrentes de atividade de polícia judiciária, nos termos da legislação em vigor (art. 9º, parágrafo único do Código Penal Militar e art. 10, § 3° c/c art. 82 do Código de Processo Penal Militar).

Suscitada a inconstitucionalidade da ordem, o TJM/SP decidiu que é de competência exclusiva da Polícia Judiciária Militar a condução da investigação de tais delitos, sustentando que o Secretário de Segurança Pública usurpou competência legislativa para alterar o predisposto no Código de Processo Penal Militar, produzindo norma contra “legem” e extrapolando os limites impostos pela natureza dos atos meramente executórios, emanados pelo Poder Executivo.

Antecedendo à sessão de julgamento, nos termos do §3º, do art. 482, do Código de Processo Civil, o Relator deferiu pleito de sustentação oral, apresentado verbalmente em Plenário pelo advogado João Carlos Campanini, sócio-administrador da Oliveira Campanini Advogados Associados.

De acordo com o Relator, Juiz Paulo Adib Casseb, havendo crime militar, nos moldes do art. 9º, do CPM, torna-se inafastável a previsão do §4º, do art. 144, da Constituição, que confere à polícia judiciária militar, com exclusividade, a investigação delitiva.

“A subtração dessa atribuição, da seara policial militar, mediante ato normativo infraconstitucional, intenta grosseira e frontal agressão ao Ordenamento Supremo”.

Com essa decisão, a Polícia Civil não mais poderá investigar as chamadas “Resistências Seguidas de Morte” quando partes Policiais Militares e civis infratores da lei.

Na mesma toada, a decisão emanada pelo Governador do Estado que culminou na Resolução nº SSP 45/2011, que objetiva destinar ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) todas as investigações oriundas das ocorrências envolvendo morte com partes policiais militares em serviço é natimorta.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Oliveira Campanini Advogados Associados.

O Presidente da AVM, Coronel Washigton Alves da Rosa, comenta o caso. Leia:

É Importante acrescentar que as Polícias Civis do Brasil usurpam essa função de polícia judiciária das Polícias Militares por uma interpretação errônea e mau caráter. Conforme o Art 125 § 4.º da Constituição Federal, “compete à Justiça Militar estadual processar e julgar os militares dos Estados, nos crimes militares definidos em lei e as ações judiciais contra atos disciplinares militares, ressalvada a competência do júri quando a vítima for civil”. Assim são misturados os conceitos de processo e procedimento.

O crime doloso contra a vida praticado por militar estadual que preencha os requisitos do Art 9.º do Código Penal Militar continua sendo crime militar, entretanto a ação judicial seguirá o rito do Tribunal do Júri, como é feito nos casos de crime comum. Esse processo, o “Tribunal do Júri”, não afeta o que o precede, ou seja, o procedimento, que no caso é um competente inquérito Policial Militar.

Cabe ao acusado Policial Militar, para que não responda a dois inquéritos pelo mesmo fato, impetração de Habeas Corpus trancativo, por constrangimento desnecessário e ausência de competência do Delegado de Polícia Civil.

Para os que acham a medida “corporativista” é bom lembrar que o Ministério Público é também destinatário dos IPMs concluídos, exercendo seu atributo de fiscal da lei e tendo competência para requisitar o cumprimento de diligências quantas vezes achar necessário.

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A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) realizou, na última quarta-feira (5), uma operação que resultou na prisão de oito pessoas que integravam uma organização criminosa suspeita de aplicar golpes em vários estados do país. Entre os golpes, estão fraude na venda de veículos e falso empréstimo. A operação recebeu o nome de "Simulation" e culminou na prisão de oito pessoas, além de duas conduções coercitivas e 13 mandados de busca e apreensão cumpridos. Estima-se que cerca de 100 pessoas foram lesadas, gerando um lucro de R$ 2 milhões para a quadrilha.

Entre os presos estão os irmãos Carlos Francisco Gomes, 40 anos; João Francisco Gomes, 45, e Marizan Francisco Gomes, 51. A esposa de João, Romária Flávia de Oliveira, 30, e a companheira de Carlos, Janaine Ferreira da Silva, 31, também foram presas, além de Elisson Euclides Braga, 32; Walter Sérgio Matos da Silva, 45, e Jakeline Aparecida Pereira, 32. Foram conduzidos coercitivamente Eduardo Silva do nascimento, conhecido como Dudu, 38, e Emerson Ribeiro da Silva, 41. Uma mulher ainda está foragida.

O Superintendente de Investigação e Polícia Judiciária (SIPJ), Delegado-Geral Márcio Lobato, contou o que foi apurado pelas investigações. "As apurações começaram há cerca de cinco meses quando uma das vítimas nos procurou para relatar que tinha caído em um golpe. Eles cometiam dois tipos de golpe. O primeiro era a falsa venda de veículos. Os suspeitos anunciavam o veículo em um site de vendas, o interessado entrava em contato com o vendedor e ele contava uma história - de que já tinha pagado 48 prestações e que ainda faltavam 12, mas que o banco tinha recolhido o carro e que teria feito um acordo para pagar um valor bem abaixo do que ele devia, mas que esse pagamento deveria ser feito em um prazo curto - justamente para não dar tempo de a pessoa conseguir descobrir o golpe. O vendedor passava o telefone de uma empresa e o atendente confirmava a veracidade das informações e emitia um boleto para que a pessoa efetuasse o pagamento. O dinheiro caía na conta de um 'laranja' e depois ele dividia o dinheiro", destacou. "Eles chegavam a vender o mesmo carro cinco vezes em uma mesma semana", completou.

A segunda modalidade de golpe era o falso empréstimo. A quadrilha oferecia, na internet e em jornais, empréstimos para pessoas com o nome negativado e, para se concretizar o negócio, a vítima teria que depositar a quantia de 10% do valor do empréstimo a título de seguro. E como de costume, após o deposito desse seguro, os criminosos não mais atendia ao telefone.

De acordo com o Chefe do Departamento de Fraudes, Rodrigo Bossi, as investigações continuam. "Vamos dar continuidade à operação e o nosso objetivo agora é descapitalizar a organização criminosa, pois eles faziam diversas viagens, faziam muitas festas e esbanjavam dinheiro", ressaltou.

O delegado Daniel Buchmüller, responsável pelas investigações, discorreu sobre o trabalho desempenhado pela equipe. "Foram oitos presos: cinco por prisão preventiva e três por temporária. Eles confessaram a participação nos golpes, mas não deram detalhes. Disseram que estavam desempregados e por isso se envolveram no crime. Essa era uma quadrilha extremamente organizada e que agia em diversos estados do país, como Brasília, Tocantins, Paraná, Rio Grande do Sul, entre outros", destacou.

As investigações continuam no intuito de prender a suspeita que está foragida e identificar outros envolvidos.

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História

Em 1920, foi inaugurado em  São Paulo, o maior complexo presidiário da América Latina, a Casa de Detenção (Carandiru). Naquela época, o médico psiquiatra do presídio, Moraes Mello, resolve por conta própria criar uma seção de criminologia catalogando as tatuagens dos presos, seus desenhos e significados e acaba se apaixonando por um tema que viria a se tornar fixação na sua vida: as tatuagens dos presidiários. É claro que com o passar dos tempos algumas tatuagens caíram em desusos ou adquiriram outros significados. Contudo, não fugindo a regra do passado, as atuais tatuagens de cadeia  delatam no mesmo sentido os traços da personalidade do criminoso.

 

 

INFORMAÇÕES EXTRAÍDAS DE UMA TATUAGEM DE CADEIA

Se já esteve preso. Se é um foragido da justiça. O crime que cometeu. Seu grau de periculosidade. Preferência sexual Especialidade no mundo do crime.

No sistema prisional  brasileiro ou  de qualquer país, os detentos se tatuam para mostrar a facção  á qual pertencem, os crimes que cometeram. As  tatuagens  não são feitas para enfeitar ninguém, elas revelam  quem  é  o  preso,  o crime que praticou  e  o que se deve sentir por eles, seja medo, ódio ou desprezo. Na verdade, as tatuagens de cadeia são uma forma de  comunicação  dos  presos em assuntos que não gostam  de  comentar  e  só  quem  está integrado a esse “meio marginal” flagra tais  informações.

 As tatuagens dentro dos presídios são realizadas sem um mínimo de cuidado com a saúde e higiene, e com riscos de  contaminação  pela AIDS e  hepatite. Nas penitenciárias brasileiras, os  presos “detentuadores” constroem seus  próprios  instrumentos de tatuagem. As  engenhocas   são   fabricadas   de    forma  artesanal,  com a utilização de prego, pedaço de arame, clips, agulhas, madeira etc., e para dar cor aos traços, utilizam as tintas de caneta esferográfica comum:  verde, azul, preta e vermelha.

 

80 ANOS ATRÁS

MUSEU DA TATUAGEM DE CADEIA/SP

 

 

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Um assaltante identificado como Diego Monge, de 21 anos, conseguiu escapar da unidade de carceragem do Fórum de Várzea Grande nesta terça-feira (20). Ele teria entrado em luta corporal com um agente penitenciário e conseguido render o servidor.

De acordo com informações, o criminoso teria saído da cadeia para participar de uma audiência no Fórum de Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. A Polícia Militar estaria utilizando até um helicóptero para tentar localizar o fugitivo da justiça, porém, as buscas ainda não o teriam localizado. 

Diego Monge seria morador do bairro São Mateus, em Várzea Grande, e é alvo de inquérito na Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) por assaltos cometidos no município. Ele está preso desde 2014.  

A Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) afirmou em nota que irá instaurar um procedimento administrativo para apurar o incidente.

Confira abaixo a nota na íntegra.

"A Secretaria de Justiça e Direitos Humanos informa que abrirá investigação interna para apurar as circunstâncias de fuga do preso Diego Monge Souza Lemes, 21 anos, ocorrida nesta quarta-feira (20.06) no Fórum de Várzea Grande. Diego aproveitou o momento em que os agentes penitenciários recolhiam para a carceragem do Fórum outro preso e fugiu algemado.

Diego estava preso na Penitenciária Central do Estado, em Cuiabá, comarca na qual cumpre a uma condenação por roubo qualificado. Ele foi encaminhado ao fórum da cidade vizinha para uma audiência em um processo que responde também por roubo".

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Populares conseguiram impedir, que um rapaz de 20 anos fugisse após tentar assaltar um posto de combustíveis na noite desta segunda-feira (27), no bairro Aeroporto em Três Pontas.

De acordo com a Polícia Militar, Tarcísio Furtado de Mendonça Filho o “Tarcisinho”, chegou no posto que fica no alto da Avenida Ipiranga, usando boné e capacete, com uma camiseta por cima da blusa de frio, short sobre a calça jeans. Ele se aproximou do frentista pelas costas apontando uma faca de cozinha e quando o funcionário virou bruscamente, o criminoso desferiu um golpe em seu braço esquerdo.

Alguns populares que estavam no posto viram a ação, inclusive um agente penitenciário e impediram o assalto. Eles conseguiram imobilizar Tarcisinho, até a chegada da viatura da PM. O assaltante disse aos militares que teria sido agredido com chutes e socos, porém, não sofreu ferimentos. O frentista foi socorrido ao PAM e Tarcisinho preso e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil onde foi ratificado o flagrante.

Tarcisinho tem diversas passagens pela polícia por furto, roubo e tráfico de drogas e estava preso no Presídio de Três Pontas. Ele recebeu alvará de soltura a menos de um mês.

Bone, capacete e faca utilizados na tentativa de assalto
Tarcisinho quando foi preso em maio de 2015 – Foto: Arquivo EP

Tarcisinho estava preso a dois anos

Em maio de 2015, Tarcísio Furtado de Mendonça Júnior tinha 18 anos foi preso durante no bairro Santa Margarida, acusado de tráfico de drogas. Uma viatura que fazia patrulhamento pelo bairro, desconfiou dele e de um outro jovem que estavam em frente ao portão da Cooperativa, na Avenida Urbano Garcia Figueiredo Neto. Eles foram encontrados com duas buchas de maconha, celular e dinheiro. Como havia denúncias que eles estariam traficando, os militares foram até a casa do comparsa de Tarcisinho na Rua Ceará e encontrou  50 pedras de crack, uma bucha de maconha, farelo de crack em um saco plástico e várias embalagens plásticas

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